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Crocante e saboroso e vai bem pra feijoada de hoje, hein?! Cê pode colocá na salada, por cima do arroz, pode colocar no feijão… pode até, despistado, pegar o garfo e comer um cadim puro. Trem danado de bão!

Nas igrejas barrocas de Minas é comum encontrar do lado de fora um aro de ferro que servia pra limpar os sapatos daqueles fiéis desprovidos de recursos que vinham lá de longe, pegando caminho de terra e barro, pra assistir à missa. Antes de entrar na casa de Deus tinham que rapar a botina. É daí que nasceu a expressão “pé rapado”. Numa versão mais simpática, a gente tem aqui na Paraopeba esse Totó, de ferro fundido, procê colocar no […]

A nossa amiga aqui, por exemplo, queria uma ratoeira e queria testar. Testar sem o rato e sem o queijo. Nesse caso a gente simulou que a gente era o rato, o queijo e tivemo certeza de que a ratoeira era das boas. Tão boa que se o rato fosse espero ele nem ia passar por perto. É assim, conhecendo cada freguês, tratando com carinho, demonstrando as mercadorias, fazendo amizades, prosando… é assim que a gente vai tocando o nosso […]

Num tem procissão esse ano, mas a fé continua! É bão lembrar que antigamente, depois da procissão e missa, com o ramo benzido, a gente guardava o ramo pra queimar no fogão de lenha em dias de tempestades. Era pra pedir proteção contra os raios e trovões. Hoje, a situação pede a mesma prece, né?! Os tempos estão difíceis e a gente precisa de fé pra nos proteger desses raios e trovões que andam caindo na nossa cabeça. Vamo com […]

Essa, do Seu Geraldo, é muito especial. Chegou aqui nessa quiçamba, é daquelas de semente (e não de muda) em que a laranjeira tem espinho, sabe? O sabor dela é diferente… até difícil explicar, mas é diferente e só experimentando mesmo. O caldinho dela é docim e se ocê plantar o caroço dela, pode ter certeza que vai nascer. A laranja Campista do Seu Geraldo faz a gente lembrar os tempos em que as laranjas daqui de Itabirito eram vendidas […]

Por aqui, nas nossas bandas e, talvez, em alguns outros interiores das nossas Gerais, tenham a mesma tradição: os devotos colocam essa florzinha, chamada de Flor de Maio, nas janelas em saudação a Maria. Pela mesma razão, nossas paróquias enfeitam os altares para as coroações de Maria. Viva Maria e viva também todos os Trabalhadores!

Conta pra nós: em quantas lojas você faz compras há mais de 5 anos? E há mais de 10 anos? E há mais de 30 anos? Quantas lojas conseguem te encantar não só pelos produtos mas também pelas experiências que elas proporcionam? Muito antes da palavra ‘fidelização’ virar tema de palestras e livros de gestão empresarial, a Mercearia Paraopeba dá aula sobre como estabelecer relações duradouras com os seus clientes. Tem gente que compra aqui há décadas (sim, décadas!), como […]

Quando alguém de fora de Minas escuta falar de pastel de angu, vai logo pensando que é a massa de pastel de feira com algum tipo de polenta por dentro. Faz sentido, mas está errado. O pastel de angu mineiro tem o angu do lado de fora e, por dentro, leva carne de boi, carne de frango, queijo (afinal estamos em Minas Gerais) e até umbigo de banana que é bem comum pelas bandas de cá. E desde quando banana […]

A cidade de Itabirito tem na mineração sua atividade econômica mais tradicional. Entretanto, a agropecuária e a agroindústria têm aumentado em importância nas últimas décadas, graças ao trabalho realizado em pequenas propriedades rurais onde se plantam cana-de-açúcar, milho, laranja, banana, café, frutas diversas, hortaliças e uma infinidade de outras culturas menos conhecidas. Você já comeu, por exemplo, pinhão? E broto de samambaia? “Quiliu”? Pinhão é a semente do pinheiro-do-paraná, que é um item típico das festas juninas por ser bastante […]

Entrando na Mercearia Paraopeba, lá no cantinho à direita, tem um cesto com trouxinhas cuidadosamente amarradas feitas de palha de bananeira. Elas têm o tamanho mais ou menos de uma laranja e chamam a atenção de todo mundo. Para quem sabe do que se trata, é aquela surpresa boa e aquela viagem à infância no interior de Minas Gerais. Para quem não sabe, fica aquela pergunta: o que é que eu faço com isto? Conta a história que, alguém há […]
